Note sull'episodio
“Foi somente um sonho”. A normalidade retorna rapidamente e a sanidade não permanece em risco, basta virar para o outro lado e aconchegar-se novamente nas próprias conceções macias e cheirosas. Quantas camadas tem um sonho? Onde termina o sonho de um e começa o sonho de outro? Onde está a fronteira entre o real e o surreal?Por que fazer-se essas perguntas? O alarme, pela manhã, fielmente, lembra-me de esquecer. Mas não esqueço, não sempre. E a única saída é repetir: “foi somente um sonho”.Nunca é somente um sonho.Mais em instavel.pt/apneiaEntrevista conduzida por: Marta SantosPerguntas: Marta SantosMúsica de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia InstávelEdição: Raquel Vinhas