EM-volvimento / podcast sobre dança

EM-volvimento / podcast sobre dança

di Instável - Centro Coreográfico
Stagione 1

Palcos Instáveis Segunda Casa / "MAN-MAN", de Tiago Miguel

MAN-MAN transporta o público para o cenário íntimo e ordinário de MAN-MAN, o personagem que habita o palco e o seu corpo da mesma forma: vestindo, despindo e revestindo. É no despir que o personagem fictício encontra uma espécie de libertação, sujeitando-se a camadas de identidade que, depois de reveladas, podem ser constantemente desfeitas. Entre cada strip, o corpo reinventa-se. Às vezes quer muito espremer a oportunidade de viver no seu corpo. Outras vezes quer fugir dele. Um ciclo que sobrevive com a promessa de retorno ao paraíso, o momento de limpeza de identidades, luxúrias e falsos egos. Mais em instavel.pt/man-man Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Loom Collective / iCoDaCo – International Contemporary Dance Collective

O iCoDaCo é um projeto de larga escala da Europa Criativa, cofinanciado pela União Europeia e coordenado pela ilDance, e do qual a Instável é parceira. Na atual edição, tem como foco o desenvolvimento e implementação de estratégias e metodologias inovadoras para a criação e difusão da dança contemporânea, tendo como meta a criação de uma plataforma digital de partilha, aberta à comunidade de artistas de dança contemporânea de todo o mundo. O Loom Collective é um projeto de investigação artística colaborativa que surge como uma plataforma de exploração contínua das questões mais prementes da criação contemporânea em dança. Este coletivo visa não só a criação e desenvolvimento de novas linguagens artísticas, mas também uma reflexão profunda sobre a prática artística no contexto global contemporâneo. A abordagem do Loom Collective propõe uma pesquisa prática e crítica que vai além das questões teóricas ou conceptuais, incorporando um processo dinâmico de investigação, experimentação e co-criação. Mais em instavel.pt/icodaco Entrevista conduzida por: Carolina Barbosa Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de causa única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Palcos Instáveis Segunda Casa / "A SENSE OF", de Beatriz Lourenço

Em A SENSE OF o público é convidado a co-criar um espaço, onde se usa o poder coletivo e o sonho como modos de protesto. Com foco nas problemáticas ambientais, neste espetáculo os papéis de público e performer transformam-se e, através da construção de uma instalação interativa, é possível sonhar com uma comunidade não hierárquica, ecológica e inclusiva. A SENSE OF é um lugar onde se viaja do excesso para o sustentável e se suspira por um futuro diferente. Mais em instavel.pt/a-sense-of Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Palcos Instáveis Segunda Casa / "VANISHING", de Beatriz Valentim e Bruno Senune

VANISHING é um encontro, uma peça em dois momentos, com dois intérpretes, dois discursos, onde cada uma de nós compõe uma partitura coreográfica para a outra, repetindo padrões, recorrências, organismos. A partir de reflexões sobre a efemeridade da dança e do ato performativo – “dance always vanishes in front of our eyes in order to create a new past” (André Lepecki) – pesquisamos sobre o gesto, presença vs ausência, aparecimento vs desaparecimento, contemplando as várias perda do que foi/já não é. Mais em instavel.pt/vanishing Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Palcos Instáveis Segunda Casa / "Rubble King", de Duarte Valadares

Rubble King introduz um curto período de atenção, uma criatura investigadora do arquétipo. Uma entidade numa sandbox, um local de informação ilimitada, um circuito excessivamente produtivo à procura de arquétipos com que se alimentar. Esse corpo universal é viral, um circuito não filtrado, interrompido aleatoriamente pela autossatisfação. Vislumbres de estruturas reais de movimento estão presentes como se pairassem nuvens e refletissem pensamentos. Mudança, mudança, mudança, vários estados através da mudança de atenção e esquivando-se da conclusão, um ridículo racional. Mais em instavel.pt/rubble-king Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Companhia Instável / "Do Terreiro ao Mundo", de Clara Andermatt

DO TERREIRO AO MUNDO É a dança que atravessa o tempo. Os passos desenham laços de fé, luta e ofício. No bater e no silêncio dos paus ouvimos os ecos atrás dos montes. O que começa no adro expande-se para além, em corpo e memória, segue caminho, faz-se mudança e força viva. Está aqui. — Clara Andermatt A Nova Criação da Companhia Instável para 2025 responde ao desafio lançado pelo Teatro Municipal de Vila Real, que nos propôs um projeto a partir do universo dos Pauliteiros de Miranda e para o qual convidamos a coreógrafa Clara Andermatt. Os Pauliteiros de Miranda são uma das principais expressões tradicionais do nordeste transmontano, com elementos guerreiros, religiosos e rituais. Desde abril de 2025, as Danças Rituais dos Pauliteiros nas Festas Tradicionais de Miranda do Douro integram o Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial. Mais em instavel.pt/do-terreiro-ao-mundo Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Palcos Instáveis Segunda Casa / "Sagração de quem Era", de Margarida Constantino

Um “sem depois” em sagração. Uma espécie de elogio póstumo a algo que nunca recebeu o seu devido valor. Em memória do que existiu, a Sagração de quem Era coloca a interação humana com a natureza num prisma de louvor e ficção, num ato de negação, num ensaio acidental de greenwashing. Se o apocalipse fosse o fim, não haveria depois. O próprio termo “pós-apocalíptico” é na sua essência uma contradição. A ideia de que após um desastre climático há um depois é em si um ato negacionista de auto sabotagem, pois a Terra continuará a existir sem nós. E assim percorro o mundo, de forma irreversível, na incapacidade de acompanhar o tempo em que vivo.transforma através do nada. Mais em instavel.pt/sagracao Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Palcos Instáveis Segunda Casa / "VOID VOID VOID", de Maria R. Soares e Antonio Marotta

VOID VOID VOID é uma performance coreográfica e sonora, onde gesto, som e espaço se diluem numa só matéria. Este é um projeto de caráter experimental onde, através de uma atmosfera imersiva e de teor especulativo, se cria um dispositivo coreográfico e sonoro que funciona como um jogo de volumes e contrastes entre o visível e o invisível, entre o silêncio e o ruído, entre o caos e a ordem, entre a realidade e a imaginação. Trabalhando com a abstração e o imaginário mas sem nunca perder o referente ao real, a peça dedica-se a construir uma paisagem assente no vazio, ou melhor, uma paisagem que irrompe e se transforma através do nada. Mais em instavel.pt/void-void-void Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Palcos Instáveis Segunda Casa / "Caem Calhaus do Céu", de João Oliveira

Caem Calhaus do Céu é uma dança introspetiva em que se reflete o conceito de individualidade, identidade, e a sua respetiva criação em relação com o tempo. Retiro-me desta pilha de terra e de pedras enormes, desenterro a minha mão, seguido do meu braço, da minha perna, até ser corpo inteiro de fora. Olho-me ao espelho, e procuro a transparência, mas há muita poeira, arranhões, e vestígios de pedrinhas. Estou cheio de estratos, de camadas. Questiono-me sobre a minha pessoa, sobre o que era antes, e sobre o que sou depois. Eis a resposta: partilhada em direto via corpo, via palavra, num espaço seguro onde predomina a partilha, e uma boa chávena de chá. Mais em instavel.pt/caem-calhaus Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Palcos Instáveis Segunda Casa / "KOKORO", de Ana Isabel Castro e Deeogo Oliveira

1. Magoado, Melindrado, Pesaroso, Triste, Plangente, Sensível, Meio Podre, Combalido; 2. Função psicofisiológica que consiste em experimentar certa espécie de sensação; 3. Significação, Acepção, Interpretação, Ideia, Atenção, Pensamento, Mira, Intento, Propósito, Fim, Aspecto, Ponto de Vista, Direcção, Orientação de um deslocamento; 4. Designativa de atenção, Cautela, Voluptuosidade, Sensualidade; 5. Sistemas Receptores unitários correspondentes às diferentes modalidades sensoriais (para o senso comum, os olhos, os ouvidos, etc.); Mais em instavel.pt/kokoro Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas
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