EM-volvimento / podcast sobre dança

EM-volvimento / podcast sobre dança

by Instável - Centro Coreográfico
Season 1

Companhia Instável / "Barro, Terra Molhada Onde a Bota Escorrega", de Mafalda Deville

Pela água, pelo fogo, pelo tempo, pelas mãos. São corpos que moldam e são moldados. Que questionam na sua existência, no seu estado, na relação com os outros- a si próprios. A solidão da eternidade das pedras cravadas na terra. O festim da descoberta. Memórias e sonhos ressoam, na caixa do tempo, onde o passado e o futuro nem sempre se sucede por esta ordem. Pela água, pelo fogo, pelas mãos. O corpo, matéria mutável, da lânguida sedução à catástrofe do caco. Tudo a preto e a vermelho. Como na roleta, os corpos entram no jogo. Mais em instavel.pt/barro Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Palcos Instáveis Segunda Casa / "Krakatoa", de Sara Santervás

Um corpo quis bater contra o chão, forte, e estrondosamente. A partir desta ação, a paisagem torna-se similar à de uma catástrofe vulcânica. Agitação, explosão, berro, desaparição. Krakatoa, surje como a necessidade política de abordar cenicamente uma ocupação social: quebrar o silêncio público em torno do suicídio. Mais em instavel.pt/krakatoa Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Palcos Instáveis Segunda Casa / "Na ausência de Ternura", de Juliana Fernandes e Victor Gomes

Na ausência de Ternura nasce de uma necessidade de materializar física e “performativamente”, a ideia de que duas vidas/dois seres completamente alheios podem partilhar momentos e vivências idênticos, proporcionando-lhes uma perceção/compreensão do outro, mais intuitiva e não tão óbvia, dado as conexões antipódicas que partilham. Mais em instavel.pt/na-ausencia-de-ternura Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Companhia Instável / "TAKE", de São Castro e António M Cabrita

"Quando pensamos em som, a primeira imagem é a de ondas invisíveis que viajam pelo ar, captadas pelos nossos ouvidos e interpretadas pelos nossos cérebros. Mas para além da sua dimensão auditiva, o som tem peso, movimento e força. Uma força física que ultrapassa a própria audição e atua no corpo, que recebe e reage às suas vibrações, presença tangível no espaço que nos rodeia.Nesta peça coreográfica, o som foi pensado num contexto cinematográfico, como ferramenta narrativa, evocando histórias, reforçando contextos e ativando perspetivas de observação. O som possui uma história em si e o corpo procura incessantemente por uma história."Mais em instavel.pt/takeEntrevista conduzida por: Marta SantosMúsica de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia InstávelEdição: Raquel Vinhas

Ex-alunas FAÍCC / Formação Avançada em Interpretação e Criação Coreográfica

FAÍCC – Formação Avançada em Interpretação e Criação Coreográfica é um programa de formação intensivo, dinâmico e interdisciplinar, que decorre no primeiro semestre de cada ano na Instável. Dirige-se a intérpretes e criadores com bases sólidas de dança contemporânea (incluindo artistas de circo contemporâneo e performance) que pretendam aprofundar os seus conhecimentos através de um processo orientado para a profissionalização nas áreas da interpretação e da coreografia.Ana JordãoNasceu em Guimarães, onde começou desde pequena a ter aulas de dança clássica, dança contemporânea e jazz. No ensino superior, estudou arquitetura na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. Terminado o curso, sente a necessidade de se desenvolver como bailarina e criativa, pelo que decide realizar, em 2023, o FAICC. Atualmente é professora de dança em Guimarães na escola “ Asas de Palco” e é também estagiária da nova Criação da Instável “Take”.Catarina CorujeiraNasceu no Porto e aos 5 anos ingressou no Ginasiano Escola de Dança. Após terminar o Ginasiano, ingressou na PERA - Escola de Artes Cênicas, no Chipre. Em 2017 participou do Buffer Fringe Festival com a peça SOIRT e ganhou o Prêmio Desenvolvimento. Em 2019 foi interprete da peça BARRO, Terra Molhada Onde a Bota Escorrega de Mafalda Deville para a Companhia Instável. Foi intérprete na companhia Errant, em Inglaterra, na peça Tutu Trouble. Atualmente é professora de balé contemporâneas na Escola de Bailado de Chaves.Emilia ParolNasceu na Polónia, onde terminou o curso de sociologia. Na Polônia, estudou também dança contemporânea (AWF Poznań) e, através do programa Erasmus, veio para Portugal (Faculdade de Motricidade Humana, Universidade de Lisboa). Fez a pós-graduação em dança contemporânea na ESMAE e o Curso FAÍCC na Instável. Participou em “Os Sobreviventes” de Jaime Monsanto; Circo de Natal do Coliseu do Porto 2022, direção Rui Paixão. Atualmente é intérprete em “Cuecas em 8” , dirigido por Ana Mula.Mais em instavel.pt/faiccEntrevista conduzida por: Rita TavaresMúsica de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de causa única", de Willi Dorner para a Companhia InstávelEdição: Raquel Vinhas

Companhia Instável / "Lowlands", de Helder Seabra

"Uma área onde a terra está próxima ou abaixo do nível do mar é chamada planície — lowlands. Lowlands refere-se também à teoria de Freud, que compara a mente a um icebergue — flutua com um sétimo do seu volume acima da água, a única parte visível."Mais em instavel.pt/lowlandsEntrevista conduzida por: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Palcos Instáveis Segunda Casa / LAB Aveiro / "Dostoyevsky Made Me Do It", de João Oliveira

Inspirado em Notas do Subsolo de Fyodor Dostoyevsky, observamos a uma adaptação mais física deste homem tão intenso. Impotente de lidar com a realidade que o cerca, autoisola-se, e sozinho reflete sobre o mundo que o rodeia, e que não encara, por desprezo e intolerância. Desta vez, ele convida o público a uma visita ao seu subsolo, e permite a transformação do seu monólogo infinito, a um diálogo muito mais efémero.Mais em instavel.pt/dostoyevskyEntrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Palcos Instáveis Segunda Casa / "Simulacro", de Carminda Soares e Margarida Montenÿ

“Simulacro” é um exercício de intimidade, repetição e resistência. Dois corpos em ação contínua exploram os limites da sua proximidade através da natureza degenerativa do gesto. Cria-se um espaço difuso entre o real e o encenado, entre o público e o privado, potenciando-se estados de vulnerabilidade, expectativa e tensão. “Simulacro” parte de um conjunto de ações e gestos presentes no quotidiano das duas intérpretes, atravessado por fragmentos de memórias partilhadas, num exercício lento de transformação dos corpos e das suas pulsões.Mais em instavel.pt/simulacro Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas

Palcos Instáveis Segunda Casa / "Apneia", de Leo Calvino e Joana Couto

“Foi somente um sonho”. A normalidade retorna rapidamente e a sanidade não permanece em risco, basta virar para o outro lado e aconchegar-se novamente nas próprias conceções macias e cheirosas. Quantas camadas tem um sonho? Onde termina o sonho de um e começa o sonho de outro? Onde está a fronteira entre o real e o surreal?Por que fazer-se essas perguntas? O alarme, pela manhã, fielmente, lembra-me de esquecer. Mas não esqueço, não sempre. E a única saída é repetir: “foi somente um sonho”.Nunca é somente um sonho.Mais em instavel.pt/apneiaEntrevista conduzida por: Marta SantosPerguntas: Marta SantosMúsica de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia InstávelEdição: Raquel Vinhas

Companhia Instável / "Timber", de Roberto Olivan

"Timber é uma viagem às profundezas da nossa existência, uma visita a cada recanto que deixámos de visitar devido ao medo, ignorância ou abandono de nós mesmos. Uma desconexão pessoal daquilo que nos une à nossa única e autêntica natureza." Mais em instavel.pt/timber Entrevista conduzida por: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas
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