Note sull'episodio
Miguel Salles conta como um leilão funciona por dentro e por que o preço de uma peça de arte pode não refletir seu valor real. Ele relembra a trajetória no mercado financeiro e na CVM durante a crise cambial dos anos 80, antes de se dedicar às antiguidades. Eron e Miguel percorrem Petrópolis e Rio de Janeiro como centros históricos de acervos, discutem a diferença entre uma coleção comum e uma coleção importante, e explicam por que segurar um objeto antigo nas mãos é uma forma de viver o passado no presente.
Convidado: Miguel Salles. Economista formado em economia e administração, atuou no mercado financeiro e passou cerca de oito anos na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nos anos 1980, tendo sido diretor e, por quatro meses, presidente da autarquia durante a crise cambial da época. Hoje é proprietário do Miguel Salles Escritório ...